quinta-feira, 29 de março de 2012

Não há de ser com a prática das intrigas e maledicências que Carangola haverá de reencontrar o caminho do progresso

Nas redes sociais, adeptos dos opositores da Administração Municipal de Carangola tentam de todas as maneiras desmerecer o projeto do atual Prefeito em construir um calçadão na rua Pedro de Oliveira, entre a rua Antônio Themudo e a rua Padre Cândido, projeto esse a muito desejado pelos comerciantes e pala população em sua maioria.
É bem certo que em Carangola, com em todos os Municípios do Brasil, quiçá do mundo, sempre tem algo a mais a fazer. Da mesma forma que é bem verdade que o que é prioridade para uns, não é prioridade para outros, e em Carangola isso não é diferente.
Ninguém discorda que existem muitas ruas sem calçar e que há  necessidade de melhorar a estrutura dos setores de Saúde, Educação, Assistência Social, Segurança, entre outros. No entanto, não se pode desmerecer uma obra que venha trazer benefícios para Carangola. Benefícios não apenas para o comércio, que com a construção do calçadão deverá ter aumentadas suas vendas e, consequentemente, manter e ampliar o número de empregos, também há de se destacar que a proposta do fechamento da rua durante os finais de semana deverá trazer de volta ao centro da cidade as famílias para um reencontro, tendo em vista que há muito falta para os carangolenses um lugar para tal fim.
Visto por este ângulo, o calçadão deverá despertar, nos carangolenses, mais amor e orgulho por sua terra e também atrair novos visitantes à cidade.
Depois de abordarmos a questão do calçadão como referência da rede de intriga e maledicência que há muito vem trazendo grandes males para Carangola, lembramos que já é passada a hora de se discutir as questões relacionadas à sociedade como um todo.
Na semana passada aconteceu um assalto à mão armada, pouco após as 8 da manhã, na rua Cel. Novaes, no centro da cidade, e isso deixa bem claro para todos os carangolenses a necessidade da discussão das questões relacionadas à vida e segurança de todos. Portanto, não há de ser com a prática das intrigas e maledicências que Carangola haverá de reencontrar o caminho do progresso e do desenvolvimento, tendo em vista que toda vez em que se nivela a vida e a história de uma cidade por baixo, certamente ela continuará rastejando nas mãos dos manipuladores eleitorais que tem como único fim a busca do poder a qualquer custo para favorecer a si e aos seus.
Finalizando, citamos uma frase do Capitão Severino Fraga, dita há várias décadas, mas atual ainda nos dias de hoje: "Carangola é digna de melhor sorte!"
                                                                                      Albino Neves

Iniciada a construção do Calçadão de Carangola

Projeto do calçadão. No detalhe, Patrick,
participando de reunião na ACIAC.

Patrick Drumond, Prefeito Municipal de Carangola, contrariando o que apregoavam seus adversários políticos, de que "empurraria goela abaixo do povo a feitura de um Calçadão no centro da cidade de Carangola",ouviu, no dia 20 de março, membros da Associação Comercial e Industrial de Carangola - ACIAC - e comerciantes da Rua Pedro de Oliveira, suas opiniões a respeito da construção do Calçadão.
Por volta das 8 horas do dia 20 o Prefeito Patrick Drumond, a Arquiteta Lúcia Portilho e alguns outros Assessores da Administração Municipal estiveram reunidos com a Direção da ACIAC, mostrando o projeto e comunicando o nome da firma vencedora da concorrência. A Direção da Associação gostou do que viu e aprovou o projeto que prevê cerca de 120 dias para a construção do Calçadão.

Prefeito mostra o projeto a Vicente,
da Banca de jornal.
Jusceleno Viegas, Secretário de Obras,
tem acompanhado o projeto.
Após a reunião com a ACIAC, o Prefeito Patrick Drumond, acompanhado de Lúcia Portilho percorreu todos os estabelecimentos comerciais existentes na Rua Pedro de Oliveira, entre as ruas Antônio Themudo e Padre Cândido, onde será instalado o Calçadão. A "peregrinação" do Prefeito durou 8 horas initerruptas, tendo em vista que ele e a Arquiteta sequer interromperam as visitas para almoçarem.
O Prefeito mostrou a cada comerciante, individualmente, as fotos do projeto e também falou sobre o tempo de execução da obra, a firma vencedora, a ampliação da área de estacionamento rotativo em torno do centro comercial, o remanejamento da área de carga e descarga para fora da rua do Calçadão, a proibição do tráfego de veículos pesados pelo centro da cidade, a garantia de áreas de recuo para embarque e desembarque à frente do Hotel Central e para descarga de valores em frente à Caixa Econômica Federal, a reforma das Redes de Esgoto, Água e Captação de Águas Pluviais e a instalação de hidrantes para atender em caso de emergência.

Retirada dos paralelepípedos.

Ampliação da rede de esgoto.
Do projeto - O projeto da feitura do Calçadão é de autoria da Arquiteta Lúcia Portilho e atende às especificações sugeridas pelo Prefeito Patrick Drumond com pequenas mudanças, como, ao invés da implantação de piso asfáltico, a implantação de pavieste, um piso com porosidade de respiração e que facilita em caso de necessidade de reformas em qualquer rede ao longo do Calçadão.
Da execução - A firma vencedora da Concorrência Pública para a execução do serviço do calçamento da Pedro de Oliveira foi a Hidralar, de propriedade de Nego João, que anunciou que as obras serão executadas no tempo mais hábil possível dentro das normas técnicas do projeto, preservando a segurança e a boa execução do serviço.

Patrick e Lucia explicam sobre o projeto ao lado de Albino Neves.
Do custo - O preço total da implantação do calçadão é de R$ 335 mil. Destes, R$ 250 mil foram doados pela empresa Anglo American como forma de compensação ambiental parcial pela passagem do mineroduto Minas-Rio por Carangola  e os outros R$ 85 mil serão uma contrapartida da Prefeitura Municipal de Carangola.
Da construção - O Calçadão será formado de duas calçadas com 3 metros de largura cada em toda sua extensão, com pedra portuguesa, piso para deficientes, sete travessias para pedestres, sendo duas nas proximidades da Praça do Santuário, uma na rua Cel. Novaes e quatro ao longo da área do Calçadão. Ao longo do trajeto haverá vários bancos para serem utilizados pelos transeuntes e o plantio de árvores próprias. Também será instalado um novo sistema de iluminação.

Nego João, da Hidralar confere o andamento do Projeto.
Das mudanças no centro da cidade - A construção do Calçadão trará algumas mudanças para o centro da cidade e, entre elas, a proibição de circulação de caminhões e veículos pesados, a retirada do estacionamento de veículos ao longo do trecho, a elaboração de novas áreas para implantação do estacionamento rotativo e de carga e descarga e, a partir de sábado, após o fechamento dos estabelecimentos comerciais, o fechamento da rua para o trânsito apenas de pessoas.
Dos postes da CEMIG - Apesar das várias tentativas do Prefeito Patrick Drumond  e da autora do projeto  Lúcia Portilho para que a CEMIG instalasse ao longo do Calçadão uma rede elétrica subterrânea, a Direção da empresa não concordou em executar o serviço, concordando apenas com a retirada da atual iluminação para implantação da nova. O Presidente da ABRALUZ, Albino Neves, que acompanhou o Prefeito e a Arquiteta ao longo da apresentação do projeto aos comerciantes, sugeriu que os postes recebam pintura estilizada compondo com o Calçadão uma decoração dentro do projeto.
Durante a visita ao comércio o Prefeito Patrick Drumond garantiu que as obras seriam iniciadas no dia 21 e, durante a tarde e a noite do dia 20, opositores ao seu governo distribuíram notas nas redes sociais dizendo que "apresentar o projeto é fácil, difícil seria ele iniciar as obras". "Queimaram a língua", pois nas primeiras horas da manhã do dia 21, homens, máquinas e caminhões já estavam na Pedro de Oliveira retirando os paralelepípedos e meio fio da rua (que serão usados para o calçamento de outras ruas da cidade) e no dia seguinte a equipe do SEMASA já estava trocando as redes de água e esgoto.
"Vamos fazer todo o possível para entregar esta obra em julho", anunciou Nego João, ressaltando que tudo dependerá do clima.
O Prefeito Patrick lembrou que a construção do Calçadão da Pedro de Oliveira trará as famílias de volta ao centro da cidade "unindo mais o nosso povo, gerando maior confraternização e fraternidade em seu meio", arrematou o Prefeito.

Implantação de Ferrovia e de Porto Seco na região dependem de articulação política e social

Ruy Gripp tem trabalhado para a implantação
de um porto seco na região.

Um grupo de representantes políticos e de entidades de classe, sob a liderança  de Ruy Gripp, esteve, no início do mês, em Vitória, Espírito Santo, com o Presidente do Corredor Atlântico do Mercosul (entidade privada, sem fins lucrativos, dedicada à integração da América do Sul) Paulo Augusto Vivacqua, a fim de solicitar deste que seja realizado um estudo sobre a inclusão de um Porto Seco em Realeza para escoamento das produções agrícola, pecuária, madeireira e mineral e o recebimento de insumos e mercadorias para o barateamento do custo de transporte na exportação e importação de produtos.
Daquela reunião ficou marcada a vinda do Dr. Rodrigo Ferraz Stehling, Diretor Executivo do Corredor, juntamente com seu Assessor Jocymar Lyra e a Assessora Eloisa Casagrande, todos representantes do Corredor Atlântico do Mercosul. A reunião aconteceu no dia 26, na Sede da Associação Presbiteriana Cultural e Educacional em Alto Jequitibá, tendo comparecido dezenas de representantes políticos e de entidades de classe para ouvir a explanação feita por Dr. Rodrigo.

Dr. Rodrigo deixou claro que, tanto a Ferrovia
quanto o Porto Seco, dependem de articulação
política e da sociedade organizada.
A abertura do evento foi feita por Ruy Gripp e pelo Prefeito de Alto Jequitibá, Daniel Satler, que saudaram a todos. Ruy Gripp destacou que o Corredor Mercosul visa ligar todo o Brasil e que, apesar da Ferrovia Transoceânica que vai ligar através da ferrovia EF-354 os Oceanos Atlântico ao Pacífico, "nossa região ainda não tem um projeto e por não ter um projeto não está no PAC da Presidente Dilma".
Ruy Gripp lembrou ainda que é uma vergonha que o aeroporto de Manhuaçu não esteja funcionando plenamente e mencionou ainda que, caso ele tenha a pista estendida para 2.000 metros, pode tornar-se um aeroporto cargueiro.
Em sua fala, Dr. Rodrigo exaltou a figura de Ruy Gripp, justificou a ausência do Presidente Paulo Vivacqua e anunciou que estaria apresentando uma sugestão para a Zona da Mata de Minas, sendo necessário para isso a construção de uma Estrada de Ferro na Zona da Mata, com uma ligação ao Corredor Atlântico Mercosul.
Sobre o Porto Seco, Dr. Rodrigo informou que ele promove uma significativa redução no custo das importações e exportações e que, para isso, seria necessário saber que carga poderia haver para embarque e não faltar a logística, ressaltando que é importante para a construção do Porto Seco uma localização estratégica (acesso logístico, disponibilidade de área, baixa restrição ambiental, etc), solução técnico-econômica de layout (baixo investimento e custo, rápida construção, alta eficiência), licenças operacionais e ambientais (análise da Legislação Portuária em vigor, apoio político e governamental). Rodrigo também lembrou que a falta de logística leva ao freio econômico e que "a integração de regiões via um sistema logístico de classe internacional pode agregar cerca de 1% ao ano ao crescimento do PIB". Disse ainda que a Ferrovia Vitória-Minas é a que possui melhor desempenho no Brasil, com rampa de 0,5% a favor da exportação, maior velocidade, menor tempo de transporte e menores custos, chegando  o valor por tonelada a R$ 5,10 enquanto no porto de Aratu, Bahia, a tonelada chega ao valor de R$ 88,20. Lembrou ainda que a Vale reconhece que a Ferrovia Vitória-Minas é 10 vezes mais eficiente que o transporte por caminhão.
Também foi feito um comparativo entre o transporte rodoviário e ferroviário sendo lembrado que em 2008 o Brasil gastou R$ 22 bilhões com mortos e feridos em acidentes nas rodovias, sendo que Minas foi o estado com maior número de casos, 42 mil, tendo um gasto de R$ 3 bilhões e, desses números, 70% dos acidentes envolveram caminhões.Dinheiro suficiente para a construção de novas ferrovias em Minas.
Enquanto Minas mantém-se "adormecida", o Governado Casagrande, do Espírito Santo, quando era Senador, apresentou um projeto para a construção de duas Ferrovias no Espírito Santo.

Sob o olhar de Ruy Gripp, Albino Neves
entregou a documentação ao Dr. Rodrigo.
A idéia do porto de Minas apresentada pelo Corredor Atlântico Mercosul é integrar a economia de Minas a mercados domésticos transoceânicos. Pra a instalação do Porto seria necessário um local adequado para o complexo portuário integrado, estar conectado através de canal ferroviário, organização empresarial e operacional com a busca de investidores e a integração do Porto através de procedimentos e contratos operacionais de alta eficiência. Finalizando, Rodrigo falou também da importância do planejamento, apoio político e da sociedade privada para que o projeto seja agilizado.
Após sua fala, Albino Neves, Presidente da ABRALUZ, que havia entregado nas mãos de Dr. Rodrigo um documento onde comunicava, através de cópia xerox, que o Ministro dos Transportes determinou o estudo da viabilidade da passagem do trem por Tombos, Faria Lemos, Carangola e Divino, e que o Engenheiro Artur Rodrigo Motta de Miranda, através de nota técnica, acolheu "de bom grado a solicitação da ABRALUZ, Câmara e Prefeitura de Carangola, de inclusão desse traçado na Ferrovia Transoceânica", falou que a região estava sentada em cima de ouro e vivendo na pobreza,( referindo-se ao grande potencial mineral: bauxita, cristal mica, quartzo, feldispato e variedade de granito) e que a região estava mais próxima do Jequitinhonha do que do Sul de Minas, pela falta de representatividade política, pelo comodismo empresarial e pela inércia das lideranças e mostrou, no mapa apresentado por Dr. Rodrigo que era bem mais curta a distância da passagem da Ferrovia por Tombos, Faria Lemos, Carangola e Divino, além do fato de que cerca de 80% já tinha liberação ambiental e solo compactado por onde já passou a ferrovia anteriormente, o que reduz significativamente o custo das obras.
Também fizeram uso da palavra o Presidente da AMOC, Márcio Gerald, Humberto Falcão do CREA, o Prefeito Ronaldo Lopes, de Manhumirim, e Carlos Alberto Martins, que  reconheceram a necessidade da criação do Porto Seco, da passagem da Ferrovia pela região e da criação de um Conselho para discutir a melhor forma de transformar o sonho de todos em realidade.

Taxistas fazem carreata solicitando permanência do número de taxis em Carangola

O Ministério Público de Carangola, através do Promotor de Justiça Sílvio José Marques Landim, propôs, no dia 1º de março, uma Ação Civil Pública de responsabilidade  contra o ex-Prefeito Fernando de Souza Costa, o ex-vice-Prefeito Lauro Rogério Murer e o Prefeito Patrick Drumond em razão de cartas apócrifas encaminhadas à 2ª Promotoria de Justiça da Comarca "noticiando diversas irregularidades no que tange à outorga da concessão do serviço de transporte individual de passageiros (taxis)".

Taxistas em carreata solicitam a permanência do número de taxis. 
Por outro lado, em seu despacho, a Juíza Fabiana Cristina Cunha de Lima Brum determinou ao Município que, no prazo de 60 dias, apresente nos autos estudo detalhado sobre o número de concessões necessárias para atender ao Município de Carangola.
Face à ação do Promotor e o despacho da Juíza, dezenas de taxistas realizaram uma carreata no dia 23 que culminou em uma reunião na Câmara Municipal, onde pediram que o assunto fosse estudado sob os olhos da necessidade do Município.
O Presidente da Associação dos Taxistas de Carangola e Região, Sanderson Souza Ribeiro, disse que a Prefeitura realizou um cadastramento e que, dos 119 registros, 89 foram recadastrados, o que representa uma significativa redução. Para ele a situação trouxe forte apreensão para os taxistas "muitos dos quais ainda estão pagando seus veículos, não tem outra fonte de renda e necessitam dos taxis para manter suas famílias".
Sanderson disse ainda que apesar de Carangola ter cerca de 32 mil habitantes, há um fluxo de pessoas que buscam seus Hospitais, Faculdades e o comércio, que praticamente dobra essa população. Além do mais, argumenta que os taxis funcionam 24 horas por dia, ou seja, em três turnos de 8 horas, o que, segundo ele, torna-se compatível ao número de veículos cadastrados.
Face à medida do MP, proprietários de farmácias, de trailers e comércio ambulante em Carangola já temem que ações também venham a atingi-los.

Antiga Estação Ferroviária de Faria Lemos vai abrigar Rodoviária e Museu

O Prefeito Clerinho anunciou a implantação da rodoviária,
Cras, Museu e Casa da Cultura.

O Prefeito Municipal de Faria Lemos, José Clério Alves Terra, Clerinho, anunciou na semana passada a abertura da Licitação para a reforma da antiga Estação Ferroviária daquele Município, que deverá abrigar, além da Rodoviária, o CRAS, a Casa da Cultura e um Museu para abrigar o acervo do Caminho da Luz e o histórico daquela cidade.
Segundo o Prefeito, a instalação da Estação Rodoviária naquele local vai beneficiar, e muito, a toda a população farialemense, tendo em vista que os ônibus intermunicipais e interestaduais que hoje passam direto na MG 111, no trevo de Faria Lemos, passarão a entrar na cidade.
Clerinho disse que já manteve contato com os proprietários das Empresas, que asseguraram ao Prefeito que, tão logo seja inaugurada a Estação Rodoviária, os ônibus passarão a embarcar e desembarcar passageiros naquele local.

Junto à placa do Caminho da Luz, Clerinho disse que
conta com apoio dos Deputados Bráulio e Renzo Braz.
Sobre a instalação da Casa da Cultura e do Museu, o Prefeito lembrou que serão de suma importância para a preservação da cultura e história local.
Em contato mantido com Albino Neves, Presidente da Associação Brasileira dos Amigos do Caminho da Luz, ABRALUZ, já há 2 anos, Clerinho tinha assegurado a abertura de um espaço naquela antiga Estação Ferroviária para a instalação do Museu Histórico do Caminho da Luz, o Caminho do Brasil, rota de peregrinação que tem início na cidade de Tombos, passa por Faria Lemos e termina no Pico da Bandeira,  a Montanha Sagrada do Brasil. Na semana passada o Prefeito comunicou ao Presidente que seu compromisso estava de pé.
Ao ser informado pelo Prefeito sobre a Licitação para reforma da Estação e seu propósito de instalar ali o Museu do Caminho da Luz , Albino Neves destacou que será de grande importância a realização de uma parceria com os estudantes de História da FAFILE UEMG para que tudo seja feito dentro das normas, citando ainda que o Caminho da Luz é reconhecido como Patrimônio Cultural do Estado de Minas Gerais através da Lei nº 18.086/2009.
Em seu encontro com o Prefeito Clerinho, o Presidente Albino Neves falou da necessidade de ser feito um Convênio estabelecendo as normas para que o Município de Faria Lemos abrigue o acervo do Caminho da Luz, normas essas que incluem a preservação e a segurança do acervo e que estipulem que, em caso de desativação do Museu, todo o material deverá ser restituído à ABRALUZ devidamente conservado, fato que o Prefeito Clerinho achou mais do que justo e normal, tendo em vista tratar-se de um material pertencente à ABRALUZ e de significativo valor histórico.

De bike na Serra dos Lima

Ciclistas em direção a Serra dos Lima
e ao plantio de copos de leite.
Dona Aparecida e Aninha, sempre
acolhem a todos com bons quitutes
e sorriso nos lábios.

A região de Carangola é das mais ricas para prática de cicloturismo e mountain bike e o Córrego dos Lima, em Alvorada, é um dos destaques para a prática de tais modalidades levando em conta a beleza da região, as propriedades rurais ali existentes, cachoeiras e outros atrativos como a plantação de Copos de Leite, a produção de doces, plantações de eucalipto e de café.
No alto da Serra dos Lima o plantio de copos de leite realmente oferece um diferencial pela beleza das flores e pelo acolhimento da D. Aparecida e sua filha Aninha, sempre recebendo a todos com carinho e amor, além da boa comida mineira feita no fogão a lenha e a diversidade de doces produzidos pela família. Ali todos se sentem em casa e D. Aparecida garante que está sempre de braços abertos para receber os visitantes.

Pouco depois da propriedade chega-se ao alto da serra, próximo a divisa com o Município de Divino, onde a visão das montanhas é esplendorosa e convida a prosseguir a viagem.

Aumenta o número de ciloturistas que percorrem o Caminho da Luz

Dezenas de cicloturistas participando do Bike Luz,
promovido pela ABRALUZ
e Clube de Cicloturismo do Brasil.
Cicloturistas se encantam com as paisagens da região.

Desde a criação do Bike Luz, em 2009, promovido pela Associação Brasileira dos Amigos do Caminho da Luz - ABRALUZ e o Clube de Cicloturismo do Brasil, que o Caminho da Luz, o Caminho do Brasil tem se tornado uma referência no cicloturismo e também para os amantes do mountain bike.
O número de amantes da bicicleta tem crescido de forma acentuada, face à boa marcação de todo percurso, a hospitalidade do povo mineiro, a beleza cênica de todo o trajeto, as fazendas centenárias, os patrimônios naturais culturais e históricos, as cachoeiras e reservas naturais, que são coroados com a possibilidade dos ciclistas, ao chegarem a Alto Caparaó, ainda poder subir o Pico da Bandeira com 2.892m, o terceiro mais alto do país e o primeiro mais alto acessível.
Com o crescimento de ciclistas e a potencialidade de toda região, Albino Neves, Presidente da ABRALUZ, Rodrigo Telles e Adriana Garcia, já estudam novas possibilidades para incrementar ainda mais o cicloturismo na região.